Verbetes

Concentração

Posted on: março 18, 2008

Não veio, simples assim. É mesmo uma injustiça os contos publicados em blog não poderem participar de concursos. Eu não sou mesquinha. Vou escrever uma coisa que gostei muito e guardar? “aaaaah! Esse é pro concurso pra eu ganhar cinco mil reais!” Não estou falando que seja uma espécie de heresia ganhar dinheiro com literatura ou seja lá qual for a arte. Só acho que isso não pode restringir o uso literário! Meu Deus! Eu escrevo para me comunicar e não para me mostrar. Me sinto uma das formiguinhas da eterna briga do homem contra a sociedade. Isso é tão demode! Que merda! E não veio gente! Não veio… Um bom texto vem como um vômito e não espremido como uma espinha no rosto. Sacou a metáfora? A espinha é superficial. O vômito vem de dentro, uma coisa que não pode mais ser contida; é como diz Henry, a gente escreve pra lançar o veneno… E não veio, tô digerida! E o prazo termina hoje! Que puxa! Também não vou sair de casa, entregar livros na biblioteca ou me inscrever em alguma disciplina isolada. Sabe o que eu percebi? Que 2008 só vai poder começar quando eu terminar essa monografia… Tá tudo depositado nela… Gente, eu não posso continuar sendo assim, tão concentrada! Isso não é saudável! Queria ser do signo de gêmeos…

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A vida é um carrossel de significados…

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— Daniela é assim como um jardim selvagem — disse tio Ed olhando para o teto. Como um jardim selvagem... Tia Pombinha concordou fazendo uma cara muito esperta. (...) Mas, e um jardim selvagem? O que era um jardim selvagem? Foi o que lhe perguntei. Ele me olhou com um ar de gigante da montanha falando com a formiguinha. — Jardim selvagem é um jardim selvagem, menina. — Ah, bom ! eu disse”. Lígia Fagundes Telles - O jardim selvagem. In Antes do Baile Verde.

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